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Os grandes torneios de tênis estão de volta

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Pedro Sabbadini (2º semestre)

Os torneios de tênis estavam parados desde março. Muitos torneios entre março e agosto foram cancelados nesse ano, até mesmo o Grand Slam de Wimbledow. Torneios foram remarcados, como o tradicional Roland Garros, que deveria ser disputado em maio e foi transferido para setembro. Nessa volta do tênis, os torneios de Cincinati, que acabaram de ser disputados, e o Us Open não mudaram de data, já que geralmente ocorrem nesse período do ano, sendo Cincinati uma preparação para o Us Open.

O Master 1000 de Cincinati, que teve início no dia 22 de agosto, não foi disputado como todo ano, por conta da pandemia. O torneio foi realizado no complexo de Flushing Meadows em Nova Iorque, onde é realizado o Grand Slam Us Open, e sem a presença do público.

Os tenistas estão em uma espécie de bolha, ou seja, não podem sair do complexo, se não são desclassificados automaticamente. Cada tenista recebe um rastreador em sua credencial, que demarca o limite até onde o jogador pode ir, assim monitorando todos seus movimentos, além de sempre serem submetidos aos exames da Covid-19.

No torneio de Cincinati, o favorito Novak Djokovic, atual número 1 do Ranking da ATP, venceu o torneio, com mais dificuldades do que se esperava. O sérvio teve uma semifinal duríssima contra o espanhol Bautista Agut, vencendo apenas no tie-break do terceiro set. Já na final contra o canadense Milos Raonic, Djokovic perdeu o primeiro set por 6-1, mas virou o jogo e venceu com parciais de 1-6, 6-3,6-4, sendo campeão de Cincinati pela segunda vez na carreira. Djokovic é o único tenista na história que venceu ao menos duas vezes todos os Master 1000.

No domingo (30), a apenas um dia do início do Us Open, houve o primeiro caso de Covid-19 na bolha. O tenista francês Benoit Paire testou positivo e assim não vai atuar no Us Open. Ele e seu treinador vão ficar isolados no quarto de hotel do complexo e pessoas e tenistas com quem Paire teve contato estão sendo monitorados pela organização do torneio.

A página BreakpointBr, uma das mais famosas do tênis revelou que “Apesar do caso de Paire, ter um torneio organizado e disputado com mais de 3 mil pessoas e por se tratar de um Grand Slam, a bolha está funcionando até agora, ainda mais em um país como os USA onde a pandemia não está controlada”.

Djokovic também é favorito ao Us Open, já que seus principais rivais, Roger Federer, que está machucado, e Rafael Nadal, que optou por não jogar, não estarão confrontando o sérvio. As principais ameaças são o austríaco Dominic Thiem, cabeça de chave número 2, e o russo Daniil Medvedev, cabeça de chave número 3.

A página também falou da situação de Nadal, que preferiu não jogar em Nova Iorque. Segundo o site, a decisão de Nadal foi correta, pois ele tem um melhor desempenho no piso saibro e a temporada começa apenas um dia depois do fim do Us Open. Assim jogar em Nova Iorque no piso rápido iria exigir demais do espanhol, preferindo priorizar o saibro e ter um ótimo desempenho.

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