CARREGANDO

O que você procura

Especiais Fotos

Memórias do Fotojornalismo – Leonard Freed

Compartilhar

Joao Pedro Oliveira – Pedro Sabbadini – Rafael Saldanha – Richel Piva – (2º semestre)

Vamos falar sobre Leonard Freed, um fotojornalista americano, que nasceu em 1929 e vivenciou momentos históricos da sociedade moderna como a Guerra do Yom Kippur, durante a Guerra Fria e o movimento dos Civil Rights nos Estados Unidos na década de 1960, liderado por Martin Luther King Jr. Foi membro da agência de fotografia Magnum Photos durante 34 anos.

Nascido no Brooklyn, em Nova York, filho de pais judeus da classe trabalhadora descendente do Leste Europeu, Leonard Freed primeiro quis se tornar um pintor. No entanto, quando foi para a Holanda em 1953, descobriu sua paixão, fotografar.

Em 1954, após viagens pela Europa e Norte da África, ele retornou aos Estados Unidos e estudou no ‘laboratório de design’ de Alexei Brodovitch, um dos mais famosos designer gráficos da época.

Ele se mudou para Amsterdã em 1958 e fotografou a comunidade judaica de lá. Leonard seguiu esse tópico em vários livros e filmes, examinando a sociedade alemã e suas próprias raízes judaicas. Seu livro sobre os judeus na Alemanha foi publicado em 1961, e escreveu também, Made in Germany sobre a Alemanha do pós-guerra, o qual foi publicado em 1965.

Trabalhando como fotógrafo freelancer a partir de 1961, Freed começou a viajar muito, fotografando negros na América (1964-65), eventos em Israel (1967-68), a Guerra do Yom Kippur em 1973 e também um longo período o departamento de polícia de Nova York (1972 -79). Ele também fez quatro filmes para a televisão japonesa, holandesa e belga.

No início da carreira de Freed, Edward Steichen, então diretor de fotografia do Museu de Arte Moderna, comprou três de suas fotografias para o museu. Steichen disse a Freed que ele era um dos três melhores jovens fotógrafos que ele tinha visto e o encorajou a permanecer um amador, já que os outros dois estavam agora fazendo fotografia comercial e seu trabalho havia se tornado desinteressante.

Freed ingressou na Magnum em 1972. Sua cobertura do movimento americano pelos direitos civis o tornou famoso, mas também produziu importantes ensaios sobre a Polônia, a imigração asiática na Inglaterra, o desenvolvimento do petróleo no Mar do Norte e a Espanha depois de Franco. A fotografia tornou-se o meio de Freed de explorar a violência social e a discriminação racial.

Tags:

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *