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Diretor e roteirista responsáveis por videoclipes de artistas famosos palestram na ESPM Soul

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Juan Cuela (1º semestre)

Como parte do ESPM Soul, realizou-se na manhã de terça (12) a palestra “O Processo de Produção de Videoclipes: Casos Alok e Iro, Vintage Culture, Zeeba e Projota”, mediada por Gisele Jordão, professora do curso de Cinema da ESPM-SP e tendo como convidados Guga Gessullo, roteirista, e Thiago Eva, diretor.

Guga começou sua carreira como roteirista na publicidade de empresas como Panasonic e Toyota antes de ir para a ficção e dramaturgia. Hoje trabalha em filmes e séries, integrando a equipe do humorista Bruno Mazzeo, dentre várias outras. Acabou reencontrando Thiago, seu amigo de infância, que o introduziu na roteirização de videoclipes.

Foi a paixão por videoclipes que levou Thiago a ingressar no curso de Audiovisual. Um mês antes de as aulas começarem, um convite de um amigo levou Thiago a estagiar na produtora independente Casablanca Filmes, na qual obteve inúmeros conhecimentos, principalmente quanto aos efeitos especiais nas mídias. Um ano depois, decidiu evadir da faculdade e ‘mergulhou’ de vez na pós-produção. Depois de certo tempo, foi contratado pela Academia de Filmes, também independente, antes de partir para a produção de videoclipes.

Guga e Thiago apresentaram quatro videoclipes nos quais trabalharam juntos, e discorreram sobre como foi todo o processo. O primeiro deles foi o da música Oceans, parceria entre o DJ Alok e os cantores ZEEBA e IRO. Similar a um curta-metragem, foi produzido em cinco dias pela Bossa Nova Films e contou com uma grande equipe. A música Table For Two, de autoria de Alok e IRO, também contou com um videoclipe criado pelo roteirista e pelo diretor. Outro videoclipe exibido foi o da música Young Again, interpretado somente por ZEEBA, que mostra o cantor andando por seu bairro e encontrando rostos conhecidos. Por fim, o último videoclipe apresentado e discutido foi o da música Vida é luta, do cantor e compositor Projota, criada para integrar um projeto institucional do Centro Universitário FMU.

Thiago afirmou que, durante o processo de criação e edição, alguns dias acabam sendo mais produtivos do que outros; tudo depende do que os produtores e roteiristas têm em mente. “Quando você tem um pedido de alguém, é óbvio que isso tem que ter uma atenção do nosso retorno de trabalho, mas quando a gente vai pra dentro da casinha e começa a pensar e desenvolver, não é uma coisa mecânica”.

 

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