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Dados apontam para dificuldades econômicas e sociais no Brasil durante a pandemia

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Gabriel Mayer (1º semestre)

São diversos os danos causados pela pandemia, que podem ser indicados de forma objetiva através de dados. O Brasil, durante esse período, se viu prejudicado em diversas questões, como taxa de mortalidade. Batendo o recorde, o país atingiu a marca de 4.249 mortos em apenas 24 horas, no dia 8 de abril de 2021, segundo o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). Em números totais, o Brasil já atingiu a marca de 381 mil mortes devido à pandemia (dados atualizados em 22 de abril), e já ultrapassou a média de mortes por milhão dos Estados Unidos, a maior economia do mundo.

A taxa de desemprego, outro grande problema do Brasil, também teve altas. Durante seis meses de pandemia, 3,6 milhões de pessoas ficaram desempregadas, resultando num salto de 36% no índice, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de pessoas que deixaram de procurar emprego na pandemia atingiu seu auge em junho do ano passado, com 19,4 milhões, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A instituição projeta que a taxa de desocupação no Brasil em 2021 deve ficar em 14,6%. A CNI também estima que o número de pessoas ocupadas será maior até o fim de 2021, pois quem estava fora do mercado de trabalho, seja por preguiça, medo da pandemia, ou por ter recebido algum tipo de auxílio governamental, deverá voltar a procurar emprego.

Para tentar ajudar a população nessa pandemia, o governo criou o auxílio emergencial, que consiste em um benefício financeiro concedido a trabalhadores que se encaixam nos critérios definidos. O beneficiado deve ser maior de 18 anos, fazer parte de uma família com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até R$ 3.135. Outro requisito do governo é não ter tido rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70. No início, o valor  do auxílio era de R$ 800, mas em 2021 a quantia foi reduzida para R$ 600 reais. Mesmo com essa ajuda, estima-se que 61 milhões de pessoas estejam em estado de pobreza e quase 20 milhões em situação de extrema pobreza.

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