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Guga Chacra (no telão), Alexandre Ratsuo Uehara (à esquerda), Maria Elisabete Antonioli (meio) e Leonardo Trevisan (à direita) compõem aula magna dos alunos de Jornalismo e de RI. Fotos: Cecília Carrilho e Henrique Campos Guerra
Texto: Júlia Peres (2º semestre). Fotos: Cecília Carrilho e Henrique Campos Guerra (5º semestre)
A palestra começou com uma discussão sobre a cerimônia de posse de Donald Trump, na qual estavam presentes os seis maiores donos de Big Techs (empresas de tecnologia e comunicação dos EUA). “Quem manda em quem?”, questionou o professor Trevisan aos jornalistas, em relação ao presidente dos EUA e os CEOs.
Guga Chacra fez uma análise sobre a presença de Elon Musk no governo, acreditando que ele tenha “poderes quase supremos” no atual governo. Para Chacra, Musk vai além da desregulamentação das redes: “Historicamente, os EUA sempre tiveram grandes grupos financeiros que tentaram interferir. Mas o Musk quer transformar os EUA de uma maneira diferente dos outros empresários”, explicou.
Já Patrícia Campos Mello destacou a narrativa de Trump, à qual chamou de “genial”, pois “implicou uma narrativa que ele ganhou de lavada”, mas que na realidade sua vitória no voto popular não foi tão expressiva assim. A jornalista também comentou sobre a postura dos democratas após a eleição, comparando com os protestos contra Trump em 2016. “Agora, a oposição democrata está mais muda”, observou.
Patrícia Campos Mello também trouxe uma reflexão sobre a liberdade de expressão no atual cenário político dos EUA, com a presença de Trump e dos CEOs das Big Techs. Ela questionou o conceito defendido por esse grupo, afirmando que ele é “bem particular e depende de quando e como convém”. Ao relacionar isso com o Brasil, ela questionou o que aconteceria no governo Trump se Bolsonaro fosse preso.
Guga Chacra complementou o argumento de Mello, ressaltando o empoderamento de Trump na eleição de 2020, embora a diferença de votos entre ele e Kamala Harris tenha sido pequena. Sobre a relação de Trump com presidentes mundiais, Chacra afirmou: “Ele admira figuras como Putin (Rússia) e Xi Jinping (China), não figuras como Milei (Argentina) e Bolsonaro (2019-2022), que ele enxerga como fãs”.
Após uma análise sobre outros conflitos mundiais e as consequências da presidência de Trump, o professor Trevisan questionou sobre a relação de Trump com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN): “Continua existindo a OTAN se os EUA saírem dela?”. Guga respondeu que Trump quer transformar a OTAN para alinhar mais com suas ideias e permitir que a extrema-direita domine a Europa.
Após uma reflexão sobre o papel das figuras políticas globais, tanto Patrícia quanto Guga expressaram em seus discursos uma mensagem de esperança para os EUA e para o cenário internacional.
A aula terminou com uma interação entre Guga e os alunos, respondendo perguntas, especialmente sobre como se tornar um correspondente internacional. Guga recomendou que os futuros jornalistas passem um período no exterior, seja viajando ou estudando. Também aconselhou a conhecer melhor a Ásia e a África para entender melhor as questões internacionais.[/vc_wp_text][vc_raw_html]JTNDYSUyMGRhdGEtZmxpY2tyLWVtYmVkJTNEJTIydHJ1ZSUyMiUyMGhyZWYlM0QlMjJodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5mbGlja3IuY29tJTJGcGhvdG9zJTJGcG9ydGFsZGVqb3JuYWxpc21vZXNwbXNwJTJGYWxidW1zJTJGNzIxNzc3MjAzMjM5NTY3MDclMjIlMjB0aXRsZSUzRCUyMkF1bGElMjBNYWduYSUyMEd1Z2ElMjBDaCVDMyVBMWNyYSUyMGUlMjBQYXRyJUMzJUFEY2lhJTIwQ2FtcG9zJTIwTWVsbyUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHNyYyUzRCUyMmh0dHBzJTNBJTJGJTJGbGl2ZS5zdGF0aWNmbGlja3IuY29tJTJGNjU1MzUlMkY1NDMzOTg5Mjc2Nl80Mjk3N2E2ZjQ1X2MuanBnJTIyJTIwd2lkdGglM0QlMjI4MDAlMjIlMjBoZWlnaHQlM0QlMjI2MDAlMjIlMjBhbHQlM0QlMjJBdWxhJTIwTWFnbmElMjBHdWdhJTIwQ2glQzMlQTFjcmElMjBlJTIwUGF0ciVDMyVBRGNpYSUyMENhbXBvcyUyME1lbG8lMjIlMkYlM0UlM0MlMkZhJTNFJTNDc2NyaXB0JTIwYXN5bmMlMjBzcmMlM0QlMjIlMkYlMkZlbWJlZHIuZmxpY2tyLmNvbSUyRmFzc2V0cyUyRmNsaWVudC1jb2RlLmpzJTIyJTIwY2hhcnNldCUzRCUyMnV0Zi04JTIyJTNFJTNDJTJGc2NyaXB0JTNF[/vc_raw_html][/vc_column][/vc_row]