Nas redes sociais, é cada vez mais comum ver jovens falando sobre o “medo do CLT”. A carteira assinada, que já foi sinônimo de segurança e estabilidade, hoje aparece em memes como prisão e rotina sem liberdade. Por trás das piadas, existe um sentimento real: muita gente não quer ficar presa a horários rígidos, salários baixos e a um modelo de trabalho que parece não dialogar com seus sonhos.
O empreendedorismo e a informalidade, tão exaltados na internet, oferecem autonomia, mas também deixam de lado direitos básicos como férias, décimo terceiro e proteção previdenciária. No fim, o “medo do CLT” revela mais do que uma rejeição à carteira assinada.
Acompanhe agora a reportagem de Maria Eduarda Cruvinel.