Universidade no Ar – Ruas e espaços ligados à ditadura em São Paulo

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Como beber dessa bebida amarga, tragar a dor, engolir a labuta?

Mais de 60 anos após o golpe militar militar de 64, São Paulo ainda carrega em suas ruas os nomes de figuras ligadas ao regime. Enquanto outras democracias revisam seus símbolos, a capital paulista segue convivendo com marcas vivas da repressão.

A reportagem de Júlia Peres demonstra o impacto disso na memória coletiva e os desafios enfrentados por iniciativas que buscam ressignificar essa história.

[/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”Bom dia, Diego! Vamos para a última do ano. Lista de músicas: A maior saudade/Como é que a gente fica (117 bpm) – F O que cê vai fazer (88 bpm) – G Até você voltar (130 bpm) – F Na hora da raiva (118 bpm) – G Chuva de Arroz (132 bpm) – Bb Amar não é pecado (131 bpm) – G Cantada Boba (105 bpm) – Bb Incondicional (68 bpm) – Ab Ser Humano ou Anjo (83 bpm) – C Princesa (65 bpm) – G Recaídas (106 bpm) – F Que Sorte a Nossa (65 bpm) – F Cantada (87 bpm) – F Tanto Faz (92 bpm) – Ab A (115 bpm) – E Pássaro de Fogo (94 bpm) – D Link do drive: https://acadespm-my.sharepoint.com/:f:/g/personal/f_fornazari_acad_espm_br/IgAxGkxKRA7lSIOGsxjmqYf0AabL9BF57iOT1wC3IxKkviI?e=fsJ5XB”][/vc_column][/vc_row]